segunda-feira, janeiro 15, 2007

Mais duas companhias low cost vão operar na Portela

Três companhias aéreas, duas das quais de baixo custo, vão começar a voar, no primeiro semestre deste ano, para o aeroporto de Lisboa, elevando para mais de uma dezena o número de
low cost a operar na Portela.

A partir de 29 de Março, a Finnair passa a assegurar a ligação entre Lisboa e Helsínquia três vezes por semana, com voos a partir de Helsínquia às 16h40 às segundas, quintas e sábados, e chegada a Lisboa às 19h30, e partida da capital portuguesa às 08h45 às terças, sextas e domingos (chegada a Helsínquia às 15h25).

A Thomsonfly, terceira maior low cost do Reino Unido, começa a operar a 01 de Maio entre Lisboa e Manchester, cinco dias por semana (com excepção das quartas-feiras e sábados), prometendo preços a partir de 33,99 euros (só ida e incluindo taxas).

A outra companhia de baixo custo, a também britânica bmibaby, vai ligar Lisboa a Birmingham a partir de 25 de Maio, quatro vezes por semana (segundas, quartas, sextas e sábados), com preços a partir de 29,99 euros (só ida e incluindo taxas).

Os voos partem de Birmingham às 17h00 (segundas, quartas e sextas-feiras) e às 13h40 aos sábados. A partida de Lisboa está prevista para as 20h20 (aos dias de semana) e para as 16h55 (sábados).

Com o início da operação destas duas low cost elevamse para mais de uma dezena as companhias de baixo custo a voar para o aeroporto de Lisboa, juntando-se à Airlingus, Air Berlim, Clickair, easyJet, Germanwings, LTU, Monarch, Vueling, Braathens e Virgin, entre outras. Segundo informação da ANA - Aeroportos de Portugal, as low cost são responsáveis por entre 10 a 11 por cento do movimento de passageiros no aeroporto da capital portuguesa.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Fim do Ano da Madeira no Guinness

Uma equipa do 'Guinness' esteve na Madeira a avaliar a dimensão do espectáculo. Os inspectores visitaram, durante o dia 31 de Dezembro, os 37 postos de queima do fogo espalhados pelo Funchal. Também sobrevoaram de helicóptero as zonas de lançamento do fogo para se inteirarem das distâncias entre os locais de rebentamento.

À meia-noite, os técnicos do 'Guinness' puderam testemunhar o espectáculo pirotécnico no Funchal. Estiveram essencialmente atentos à sincronização da queima do fogo nos vários locais da cidade. Por volta da 1h30 do dia 1 de Janeiro foi anunciada a decisão.

Uma elipse de fogo-de-artifício de 6 quilómetros de extensão e 2,7 quilómetros de largura em torno da cidade do Funchal que assinalou a entrada de 2007 na Madeira, foi considerado o maior espectáculo pirotécnico do mundo. O espectáculo teve a duração de oito minutos e subordinou-se ao tema a “Dança das Quatro Estações” do compositor veneziano de música barroca António Lucio Vivaldi.
O fogo irrompeu a partir de 37 postos estrategicamente colocados ao longo da baía da cidade do Funchal, sendo 31 em terra e seis em plataformas marítimas.
Dezenas de milhares de pessoas, entre locais e turistas, que praticamente enchiam as cerca de 29.000 camas hoteleiras da ilha, e ainda cerca de 10.000 passageiros e tripulantes em trânsito nos oito navios de cruzeiro que escalaram o porto do Funchal, assistiram a este espectáculo, numa magnífica noite de luar e temperatura amena.

Ainda o Secretário Regional do Turismo e Cultura se encontrava a festejar o Ano Novo e já os técnicos do 'Guinness' tinham ido ao encontro do governante para lhe entregar "um diploma provisório" que atribui o título à Madeira. No Forte de São Tiago houve uma pequena cerimónia simbólica para a entrega do diploma. O certificado oficial deve chegar à Madeira nos próximos dias.

O prémio é uma optima promoção da Madeira no exterior. O “Guinness World Records”, criado em 1955, é o terceiro livro mais lido no mundo a seguir à Bíblia e ao Corão, sendo publicado em 37 idiomas. Este livro, que nos últimos 52 anos já vendeu mais de 100 milhões de exemplares, retrata os cinco mil recordes mais inéditos do mundo.

O espectáculo de fogo-de-artifício da passagem de ano insere-se no Programa das Festas de Natal e Fim do Ano na Madeira, da responsabilidade da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, e foi realizado este ano pela empresa Macedo's Pirotecnia.

Artigo publicado no site: www.madeiratourism.org

sexta-feira, setembro 22, 2006

"Alentejo tem metade dos projectos PIN do turismo"

Nos termos de um artigo da jornalista Inês Sequeira, constante do Público de hoje, "Dos 23 projectos de potencial interesse nacional (PIN) no sector do turismo que estão a ser acompanhados pelo Governo, via Agência Portuguesa para o Investimento, 11 situam-se na região do Alentejo, em especial no Litoral Alentejano e no Alqueva. Entre estes encontram-se a Herdade da Comporta, o Parque Alqueva ou o Troia Resort, entre outros.
Maior é ainda o peso da região quando se fala do investimento previsto - mais de 75 por cento de um total de 5,3 mil milhões de euros - e dos potenciais postos de trabalho a serem criados por estes projectos: mais de 80 por cento de um total de 20 mil empregos.
Estes números foram ontem avançados pelo secretário de Estado da tutela, Bernardo Trindade, à margem da apresentação dos primeiros resultados consolidados da conta-satélite de turismo, respeitantes aos anos que vão de 2000 a 2002."

segunda-feira, agosto 21, 2006

"Aeroporto de Beja rentável a partir de 2015"

Nos termos de um artigo da jornalista Gilda Sousa, publicado na edição de hoje do Diário Económico, "A exploração do futuro aeroporto de Beja será rentável a partir de 2015, altura em que se prevê possa atingir um volume de tráfego anual na ordem do meio milhão de passageiros. O cenário revê em alta as estimativas a que chegou a Mercer, consultora da Comissão do Sistema Aeroportuário, cujos estudos serviram de base às Orientações Estratégicas para o Sistema Aeroportuário Português, apresentadas em Julho último pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
Os cenários da Mercer previam que o aeroporto alentejano atingisse o 'break-even' a partir de 2019 ou 2020. José Queiroz, o presidente da EDAB - Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja confirma que a Mercer trabalhou com base em dados preliminares fornecidos pela EDAB. Mas entretanto, explica, houve alterações que justificam a melhoria das previsões. Por um lado, a quantidade de projectos turísticos planeados ou já em desenvolvimento na região e por outro, uma previsão de maior contenção de custos de exploração, explica o responsável.
O plano de negócios do aeroporto, em fase de conclusão, vai reflectir estes ajustamentos às projecções iniciais de receitas e de custos. Ainda assim, o presidente da EDAB sublinha que é importante ter em conta que a reconversão da actual base militar num aeroporto comercial tem de ser encarada como 'um instrumento de desenvolvimento regional. Viverá das dinâmicas da região e não pretende fazer concorrência aos aeroportos já instalados'. O relatório da Comissão do Sistema Aeroportuário sublinha, no entanto, que nos primeiros tempos, o aeroporto vai depender da capacidade de atracção de companhias 'low-cost'.
O investimento total orçamentado ascende a 33 milhões de euros. Segundo o presidente, foi já adjudicado o projecto dos edifícios, estando a decorrer o concurso para as primeiras obras, terraplanagens, construção da placa de estacionamento. A construção do terminal de passageiros está previsto para 2007, de modo a que a actividade possa arrancar em 2008.
O Governo reforçou recentemente, em três milhões, os fundos comunitários destinados ao projecto, no âmbito da reprogramação financeira do QCA III. No total, o aeroporto de Beja beneficiará de 21,3 milhões em apoios.
Segundo José Queiroz, os objectivos do aeroporto mantêm-se: servir a oferta turística da região e aproveitar a carga gerada num raio de 50 a 100 quilómetros por outras actividades que se venham a desenvolver na região, como a produção agrícola de valor acrescentado, o pólo de biotecnologia de Beja e alguns projectos industriais na aeronáutica. 'O que não será possível é fazer um aeroporto de carga dependente do porto de Sines', defende."

terça-feira, junho 06, 2006

"Novo plano do Alqueva prevê 22.500 camas turísticas"

Nos termos de um artigo do jornalista Carlos Dias, constante do Público de hoje,"O administrador delegado da Gestalqueva, Bento Rosado, revelou na passada semana, durante um debate na Escola Superior Agrária de Beja, que 'já foram anunciadas intenções de construir, em redor de Alqueva, 11 grandes unidades turísticas que, no seu conjunto, somam 22.500 camas'.
Bento Rosado acredita que estes projectos 'podem garantir a viabilidade do empreendimento, se forem feitos com rigor', e podem vir a representar 'uma ajuda para superar os problemas de desertificação e subdesenvolvimento' da área da região alentejana sob influência da grande barragem.
Esta decisão representa uma alteração muito significativa na política de ordenamento prevista, em 2002, para Alqueva e por José Sócrates enquanto ministro do Ambiente. Com efeito o Plano de Ordenamento das Albufeiras de Alqueva e Pedrógão (POAAP), que ele fez aprovar e que neste momento se encontra em fase de revisão, impunha para a área envolvente dos 500 metros a contar do Nível de Pleno Armazenamento (NPA) da albufeira, apenas seis unidades turísticas que, no seu conjunto, ofereciam uma capacidade máxima de 480 camas.
Questionado sobre o impacto que a grande dimensão dos projectos pode vir a provocar num espaço ambientalmente preservado, o administrador delegado da Gestalqueva considerou que era 'inevitável o aparecimento de um razoável número de resorts, de aldeamentos turísticos e campos de golfe' na zona definida pelo POAAP. E destacou um pormenor: o perímetro da albufeira de Alqueva tem 1150 quilómetros de extensão, uma área superior à costa portuguesa. Este facto 'oferece condições excepcionais' para acolher grandes empreendimentos turísticos 'sem um impacte significativo', acentua Bento Rosado.
O novo plano de ordenamento não vai permitir a instalação de nenhum equipamento turístico 'com menos de quatro estrelas', para garantir um modelo de intervenção 'ancorado na realidade cultural e paisagística' da região que os vai receber, observou Bento Rosado.
Ao mesmo tempo que o Governo cria condições para que sejam instaladas as grandes unidades turísticas, os programas que a Gestalqueva se propôs dinamizar nas designadas aldeias ribeirinhas deparam-se com inesperados obstáculos. Os proprietários das casas devolutas, que poderiam acolher turismo de habitação, estão relutantes em participar no projecto. A aldeia de Alqueva é um dos casos. Existem 40 casas desabitadas e a precisar de obras de reparação. Mesmo assim, 'as pessoas não só não aderem à iniciativa como pedem por uma casa degradada o preço de um apartamento na Avenida da Liberdade', explica Bento Rosado. E nestas condições é difícil que um programa pensado para criar condições de sustentabilidade económica das aldeias ribeirinhas possa vir a ter sucesso.
João Madeira, empossado como vogal da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva em Março, para coordenador da valência agrícola do empreendimento, apresentou, na passada semana, o seu pedido de demissão. Instado pelo PÚBLICO a comentar as razões da saída, o ainda administrador da EDIA alegou que 'não tinha perfil para o cargo', frisando que havia um desfasamento entre a leitura que 'fazia da minha tarefa e aquilo que me era solicitado'. O vogal diz que encarava o cargo segundo uma perspectiva 'eminentemente técnica' que, pelos vistos, não era suficiente para o desempenho de um cargo técnico. João Madeira escusou-se a tecer mais considerações, 'por não pretender alimentar polémicas', mas garante não existirem razões 'de natureza humana' por detrás desta decisão 'extemporânea'."

quarta-feira, maio 17, 2006

"Região capta investimento turístico"

Segundo o Jornal de Notícias de hoje, "Treze municípios do Baixo Alentejo promovem amanhã oportunidades de investimento turístico na região para captar investidores em projectos como o desenvolvimento de um parque temático em Almodôvar ou a construção de um hotel termal em Moura.
Organizada pela Região de Turismo Planície Dourada (RTPD), a acção de promoção do investimento turístico no Baixo Alentejo - que envolve autarquias de 13 concelhos do distrito de Beja - vai decorrer numa unidade hoteleira da capital. De acordo com Vítor Silva, presidente da RTPD, a iniciativa, que classificou de 'inovadora', pretende 'captar investidores para o sector turístico na região, oferecendo oportunidades de negócio em projectos concretos, para os quais as autarquias procuram parceiros ou investidores'. 'Trata-se de uma acção intermediária entre a oferta e a procura de investimentos, envolvendo os protagonistas do processo de desenvolvimento e dinamização da actividade turística', acrescentou o responsável.
Entre os vários projectos, Vítor Silva destacou o desenvolvimento do parque temático 'Zonatura', em Almodôvar, ou a construção de um hotel termal no histórico Convento do Carmo, em Moura, cidade com uma longa tradição de termas.
Aquisições de lotes de terreno e edifícios históricos nos diversos concelhos, para a construção de novas unidades hoteleiras, são outras das oportunidades de negócio referidas pelo responsável.
O Baixo Alentejo é a zona de intervenção geográfica da RTPD, abrangendo os concelhos de Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Vidigueira."

domingo, maio 07, 2006

"Sem turistas estrangeiros não há aeroporto em Beja"

De acordo com um artigo do jornalista Carlos Dias, constante do Público de hoje, "Seis anos após a constituição da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), em Julho de 2000, e depois de ter sido prometido um projecto com uma dúzia de valências, o debate realizado na Feira do Alentejo-Ovibeja, sobre o aeroporto de Beja, apresentou um cenário muito mais humilde.
Vítor Pires Rocha, especialista em marketing da ANA, referiu que, à semelhança do que acontece na Europa, as bases militares desactivadas estão a ser usadas como segundos aeroporto para as carreiras low cost, beneficiando assim grandes áreas urbanas num raio de cem quilómetros. 'Não é o caso de Beja', salientou. Lisboa fica a 180 kms e Faro a 150 . Por outro lado, é 'indispensável a renovação do IP-2 e IP-8 (que passam por Beja), sem os quais não se pode pensar no aeroporto', argumentou.
Constrangimentos regionais como 'a baixa densidade demográfica, o fraco desenvolvimento económico e social e a falta de oferta turística' foram os obstáculos à instalação de um aeroporto em Beja, realçados por Vítor Pires. Reportando-se às infra-estruturas das extensas pistas da Base Aérea nº 11, que a partir de 2008 poderão ser utilizadas pelo tráfego civil, destacou as 'excelentes de condições para o tráfego de low cost e charter'. As transportadoras não vão ter que suportar os custos de amortização do investimento de 32 milhões de euros, nas tarifas de utilização do futuro aeroporto, vocacionado para complementar os equipamentos de Lisboa e Faro, dadas as limitações de espaço destes destinos.
Em Faro concentra-se grande parte do tráfego de low cost, oriundo da Europa Central: em 2005 passaram por este aeroporto 1.498.021 passageiros, transportados, na sua maioria pela Easyjet, que detém na Europa, 27% desta modalidade de transporte. Com um aeroporto em Beja estariam criadas condições para o Algarve poder diversificar a sua oferta turística.
A Ryanair, com 31% do tráfego de baixo custo 'é a companhia alvo para o aeroporto de Beja', afirma Vítor Pires. 'Há que contar ainda com o florescente mercado de longo curso/baixo custo, vindo sobretudo dos Estados Unidos da América e da Europa de Leste, sobretudo da Rússia', salientou.
As outras valências (plataforma logística para receber e expedir para América e África; base de estacionamento de aviões executivos; área de manutenção de aeronaves, etc), só no futuro se determinará da sua viabilidade.
Tal como para Alqueva, torna-se cada vez mais evidente que 'o turismo é fundamental para viabilizar o aeroporto de Beja', disse Manuel Barroso, administrador da EDAB.
Segundo Vítor Silva presidente da Região de Turismo Planície Dourada, 'neste momento existem no Alentejo 10 mil camas, um terço das quais no litoral'. É no turismo internacional que estará a viabilidade do aeroporto. Em 2005, cerca de 25% da procura turística no Alentejo, veio de Espanha."

segunda-feira, abril 10, 2006

"ITP acolhe estágios curriculares"

A Ambitur noticia que "O Instituto de Turismo de Portugal (ITP) está a acolher estágios curriculares, propostos por Estabelecimentos de Ensino Superior na área do Turismo, com o objectivo de "possibilitar uma maior articulação entre a saída do sistema educativo/formativo e a inserção no mundo do trabalho", bem como complementar e aperfeiçoar as competências sócio-profissionais dos jovens, através da frequência de um estágio em situação real de trabalho, como salienta o regulamento desta acção do ITP.
Os estágios curriculares estão, assim, orientados para as seguintes áreas:
  • Gestão de Novos Canais
  • Marketing estratégico e comunicação
  • Estudos s/ o turista - consumidor final
  • Organização de eventos e Relações Públicas
  • Comunicação institucional e assessoria de imprensa
  • Análise e acompanhamento de projectos de investimento público na área do turismo
  • Desenvolvimento e inovação
  • Recolha e tratamento de informação nas áreas de mercados e produtos
  • Promoção turística (Marketing Operacional; concepção e avaliação de resultados)
  • Gestão e análise financeira de projectos de promoção turística
Os estágios terão, em regra, a duração mínima de 3 meses, de acordo com informação patente no site do ITP.

Para mais informações e envio de propostas:
Instituto de Turismo de Portugal DAFP - Área de Desenvolvimento e Formação
Rua Ivone Silva, lote 6
1050-124 Lisboa
Tel.: 21781 00 00 Fax: 21781 00 02"

segunda-feira, março 20, 2006

"Litoral alentejano com investimentos de 1.100 milhões de euros"

De acordo com a Agência Financeira, "O Litoral Alentejano é uma das regiões em que mais se deverá apostar a nível turístico no País.
A consultora imobiliária internacional Cushman&Wakefield prevê que em pouco mais de uma década a faixa costeira entre Tróia e Sines seja um novo destino turístico nacional consolidado. O primeiro projecto a obter autorização, lembra, foi o Tróia Resort da Sonae, que prevê a instalação de 6.300 novas camas, a que se seguiu a aprovação em Melides da Herdade do Pinheirinho, com 3.000 camas, e do projecto Costaterra, com 2.100 camas.
O último de quatros projectos estruturantes para o litoral alentejano é o do Grupo Espírito Santo na Comporta, que aguarda ainda aprovação. Nos três projectos já aprovados para esta zona está previsto um investimento de mais de 1.100 milhões de euros e cerca de 12.000 novas camas.
'A orientação dos projectos para o Litoral Alentejano permite vislumbrar o enfoque num turismo sustentável, dirigido a um público internacional sofisticado, de elevado poder de compra, o que contribuirá para recuperar a imagem de Portugal como destino turístico internacional de qualidade', explicam."

sexta-feira, março 17, 2006

"Mértola: Festival do Peixe do Rio debate turismo"

O Opção Turismo noticia que "O desenvolvimento sustentável e os projectos turísticos previstos para o território do Baixo Guadiana serão discutidos no quarto Festival do Peixe do Rio, que decorre no fim-de-semana no antigo porto mineiro do Pomarão, em Mértola.
No âmbito do projecto transfronteiriço 'Interconecção Viária entre Huelva, Baixo Alentejo e Algarve', vai realizar-se, sábado, uma jornada técnica sobre o turismo no território do Baixo Guadiana.
Neste sentido, a jornada inclui os colóquios 'Turismo no Baixo Guadiana: Que Estratégia?' e 'Guadiana - Turismo e Ordenamento do Território', que contam com a presença de autarcas, empresários e entidades ligadas ao turismo dos dois lados da fronteira.
No lado português, vai avançar o projecto de navegabilidade do Guadiana, para permitir a chegada de embarcações de grande porte até Mértola.
No lado espanhol, está prevista a construção de um empreendimento turístico entre Ayamonte e El Granado, que irá complementar a oferta turística e de lazer do lado português.
Além das jornadas, o festival, inclui também o concurso de pesca desportiva IV Troféu Festival do Peixe do Rio, a degustação de pratos à base de peixes do rio, uma subida do rio Guadiana, entre Alcoutim e Pomarão, em Canoa, um percurso pedestre, entre a Mina de São domingos e o Pomarão, e desportos radicais.
Iguarias à base de lampreia, muge, barbo, saboga ou enguias prometem enriquecer as ementas das tasquinhas do Pomarão, onde não vão faltar momentos de animação e música.
Animações nas ruas e tasquinhas e as actuações de vários grupos corais alentejanos, de música tradicional portuguesa e de um grupo de canto e dança espanhóis, prometem animar os dois dias do festival."

"Plano de Marketing do Aeroporto de Beja em elaboração"

Segundo a Ambitur, "A Turismo do Alentejo, em conjunto com a Região de Turismo da Planície Dourada (RTPD), a aeroportos de Portugal S.A. (ANA), a Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB) e o Instituto de Turismo de Portugal (ITP) estão a elaborar o 'Plano de Marketing do Aeroporto de Beja', documento de importância fundamental na preparação da entrada em funcionamento desta estrutura, para fins civis, que se anuncia já para 2008.
A estratégia de marketing que está em elaboração visa o desenvolvimento da actividade aeroportuária nos segmentos 'Aviation' e 'Non-Aviation', isto é, abrangendo todas as actividades relacionadas com o processamento de aeronaves, passageiros, bagagens e carga aérea, bem como todos os negócios relacionados com serviços prestados aos utentes do aeroporto. 'Do trabalho já realizado é possível concluir que a grande vocação do Aeroporto de Beja será no âmbito da actividade turística, assentando fundamentalmente na oferta turística do Alentejo, assumindo-se como um 'low Cost Airport', com uma estrutura de custos adequada a este tipo de tráfego, ou seja com custos operacionais reduzidos, custos de amortização não existentes ou reduzidos e infra-estruturas simples', refere comunicado da ARTA.
Pois face ao conjunto de investimentos turísticos, já em curso ou em projecto, para o Litoral Alentejano, para o perímetro da barragem de Alqueva e para o restante território da região esta plataforma logística assume primordial importância, tanto para a efectiva concretização desses projectos, como para a sua rentabilização. As obras necessárias à utilização civil do Aeroporto de Beja irão começar até ao próximo verão, devendo estar concluídas até ao final do ano de 2007, podendo os primeiros aviões de passageiros começar a aterrar e a levantar no início de 2008."

domingo, março 05, 2006

"Turistas nórdicos viram-se para o interior do Baixo Alentejo"

De acordo com um artigo do jornalista Carlos Dias, constante da edição de hoje do Público, "Depois do Algarve e da Andaluzia, onde, ao longo das últimas duas décadas, se assistiu à fixação de dezenas de milhar de cidadãos ingleses, regista-se neste momento um interesse crescente nos países nórdicos e do centro da Europa pelo Baixo Alentejo. O fenómeno está associado à apetência dos escandinavos pelas regiões de clima mediterrânico. É o ascenso do chamado turismo residencial, que poderá trazer para o Baixo Alentejo, até 2015, quase 100 mil novos residentes fixos e temporários.
Para corresponder às inúmeras solicitações que chegam do centro e norte da Europa, já se encontram em fase de elaboração meia dúzia de grandes projectos para os concelhos de Ourique, Almodôvar, Castro Verde e Mértola que, no seu conjunto, somam dezenas de milhar de camas, e seis campos de golfe.
As propostas de arquitectura apresentam uma tipologia nova em regime de vivendas isoladas ou nucleadas, 'opção que ainda não foi discutida', refere Vítor Silva, presidente da Região de Turismo Planície Dourada (RTPD). O responsável regional considera, porém, que este tipo de turismo 'vai deixar muito pouco' nos concelhos onde for instalado. 'Para além dos seus promotores não serem da região, até a mão de obra necessária terá de vir de fora', afirma.
O turismo residencial aproveita essencialmente 'as características do clima mediterrânico, as boas condições de segurança e a grande hospitalidade dos alentejanos' refere o presidente da RTPD. A fácil acessibilidade rodoviária e aérea é outra das vantagens que está a capitalizar para o distrito de Beja as expectativas de quem busca um espaço privilegiado pelas condições climatéricas. O projecto do aeroporto de Beja recebeu, aliás, um novo impulso no sentido da sua concretização, depois de se saber do inusitado interesse revelado, sobretudo pelos nórdicos, em escolher a região alentejana para viver quando o inverno chega à península escandinava." (As hiperligações foram acrescentadas)
Pelo seu interesse didáctico, este texto foi transcrito para o + Lex Turistica.

terça-feira, dezembro 13, 2005

Emprego 'descola' em Beja

O AEROPORTO de Beja é das infra-estruturas mais aguardadas para o Baixo Alentejo e as entidades locais colocam neste projecto as maiores expectativas para o desenvolvimento da região. No que se refere a emprego directo, o aeroporto vai criar cerca de 200 postos de trabalho, sendo que, de acordo com a Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), cada emprego na aviação gera quatro indirectos.

A verba para desbloquear com a construção do Aeroporto de Beja (5,9 milhões de euros), está contemplada no Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) de 2006. De acordo com José Queiroz, presidente do conselho de administração da EDAB, este montante representa cerca de 30% dos custos de edificação, sendo que os restantes 70% serão garantidos pelo Fundo, Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

O aeroporto vai ficar a cinco minutos da cidade de Beja e resultará do alargamento da utilização da Base Aérea n.º II para fins civis. Quanto à criação de emprego que se espera venha a gerar, José Queiroz explica que «com quatro a cinco voos diários e para funcionar, o aeroporto criará no mínimo cerca de 200 postos de trabalho directos».

Contudo, este potencial não fica por aqui. «Na aviação, um emprego directo gera quatro indirectos. Além disso, o 'cluster' aeronáutico proporciona um cogumelo de actividade à sua volta», acrescenta José Queiroz.

Segundo a mesma fonte existem já intenções de investimento para esta região que estão a ser estimuladas pela construção do aeroporto. «Temos já dois contactos para a instalação nesta zona de indústria aeronáutica e de fabrico de componentes. Se tal se vier a concretizar-se, poderá fazer explodir a componente de emprego», salienta o responsável da EDAB.

Mas, além dos postos de trabalho directos e indirectos, o aeroporto vai ainda proporcionar emprego temporário durante a sua construção. Nos próximos dois anos — período que a EDAB prevê para a sua edificação com o lançamento do primeiro voo no início de 2008 — estima-se que venham a estar envolvidos nesta obra mais de uma centena de trabalhadores.

Apesar do Baixo Alentejo ser uma zona que tem vindo a perder população ao longo dos anos, José Queiroz considera que «a região tem capacidade para dar resposta à mão-de-obra que esta estrutura vai gerar. Penso que com oportunidades de trabalho, muitos alentejanos que saíram das suas terras de origem por falta de emprego, irão equacionar a hipótese de regressar».

O presidente da EDAB deixa ainda alguns recados à comunidade, educativa e ao empresariado local. Na sua opinião as instituições de ensino terão dois anos para se adaptar às necessidades que o aeroporto irá gerar em termos de procura de mão-de-obra. Isto para que os estudantes que se licen-, ciam na região encontrem nela uma oportunidade de emprego.

Já o empresariado local deve aproveitar esta oportunidade e começar a trabalhar para a criação de novos negócios.

José Luís Ramalho, presidente do Instituto Politécnico de Beja (IPB) confessa que não sabe ainda quais serão as necessidades a nível de formação que o aeroporto vai originar. Contudo, avança com a hipótese de vir a criar cursos de especialização e formação direccionados para as exigências que venham a surgir no futuro. Explica ainda que esta instituição de ensino já ministra uma licenciatura em Turismo, que poderá dar vazão a projectos que venham a ser criados nesta área, potenciados pelo desenvolvimento do aeroporto.

Para Luís Serrano, presidente do Núcleo Empresarial da Região de Beja (NERBE), «o aeroporto servirá o desenvolvimento do Alentejo, nomeadamente no transporte de mercadorias e produtos frescos e poderá dar apoio ao Algarve em alturas de ponta». Acredita que este projecto vai contribuir para a criação de algumas centenas de postos de trabalho e se tiverem condições de suporte, os investimentos empresariais far-se-ão. Não se esquece ainda de referir que falta construir o IP8, obra fundamental como via de acesso para o Baixo Alentejo.

De acordo com dados da Câmara Municipal de Beja (CMB), existe neste concelho uma taxa de desemprego entre os 8 a 10%.

O emprego na agricultura é baixo e a maioria da população trabalha nos serviços, comércio, construção civil e pequena indústria. Perante este cenário, Francisco Santos, Presidente da CMB considera que «o aeroporto é uma infra-estrutura essencial para a região, na medida em que atrairá outro tipo de indústrias».

Uma dessas indústrias com grande potencial na região é a do turismo. De acordo com o autarca, existem intenções de investimento para Beja que, sem o aeroporto, não passarão de uma utopia.

Portugália e Amadeus concretizam parceria tecnológica

A Portugália Airlines (PGA) e a Amadeus - fornecedor de Marketing Electrónico, Vendas e Distribuição de Serviços para o sector das Viagens e Turismo - concretizaram no passado dia 3 de Dezembro uma parceria que permite a utilização do seu sistema tecnológico, com a migração total das reservas da PGA para a Amadeus.

Esta parceria, que tinha sido firmada em Julho deste ano e foi agora concretizada, inclui ainda uma nova aplicação de electronic ticketing destinada a todos os agentes de viagens.

Em comunicado, a PGA garante que este serviço irá aumentar "a qualidade dos serviços prestados, permitindo um tempo de resposta mais rápido na reserva".

A migração para o novo sistema foi realizado num prazo recorde de quatro meses e permite que as 234 agência de viagens clientes da Amadeus em Portugal possam reservar e vender mais rápida e eficazmente lugares na PGA. Assim como as 75 mil agências de viagem ligadas à Amadeus em todo o mundo podem fazer reservas na PGA.

A PGA recordou ainda, no mesmo comunicado, que até final de Agosto deste ano, 7.286 dos seus bilhetes foram emitidos pelo Sistema Amadeus em Portugal.

Portugália passa a utilizar sistema de reservas da Amadeus

A Portugália Airlines (PGA) fez uma parceria com a tecnológica Amadeus passando a utilizar o seu sistema tecnológico. A migração das reservas da PGA foi realizado no dia 3 de Dezembro, com êxito. «O acordo entre a PGA e o Amadeus foi assinado na primeira semana de Julho e a migração de todo o sistema foi efectuada com sucesso no dia 3 de Dezembro», explica o comunicado enviado. «A utilização do sistema Amadeus permite à PGA uma distribuição mais rápida, mais eficaz em termos de actualização de dados e com um melhor nível de performance global, aumentando a qualidade dos serviços e conseguindo um tempo de resposta mais rápido na reserva. Por outro lado, a aplicação de ‘electronic ticketing’ visa a disponibilização deste serviço aos agentes de viagens», segundo a mesma fonte.

segunda-feira, novembro 28, 2005

Skytrax em Portugal para entregar à PGA o Troféu de Melhor Transportadora Aérea Regional da Europa

Edward Plaisted, CEO da Skytrax, a principal auditora internacional da qualidade do sector da aviação, entrega hoje em Lisboa à PGA – Portugália Airlines o Troféu de Melhor Companhia Aérea Regional da Europa, galardão com que a companhia portuguesa tem sido distinguida, consecutivamente, ao longo dos últimos cinco anos no âmbito dos resultados da sondagem anual que suporta o Programa de Qualidade Aérea da Skytrax.O CEO da Skytrax faz questão de entregar pessoalmente o Troféu à equipa da PGA que tem, em 2005, razões acrescidas para comemorar. Com efeito, a este reconhecimento juntam-se a classificação como Segunda Melhor Companhia da Europa, em termos totais, posicionada a seguir à British Airways, e a atribuição da chancela “Quatro Estrelas”, sendo a única companhia portuguesa a integrar o restrito grupo das detentoras desta categoria. Na mesma sondagem, o Pessoal de Cabine da PGA foi também votado como Best Cabin Staff da Europa.
«Ganhar pelo quinto ano consecutivo o Troféu de Melhor Companhia Aérea Regional da Europa tem um retorno significativo em termos de reconhecimento pelos nossos clientes dos nossos padrões de qualidade, segurança e fiabilidade, já que é um importante indicador no âmbito da promoção da imagem da PGA.», afirma Maria Eugénia Matos Silva, Directora Geral Comercial da PGA – Portugália Airlines.Skytrax: a missão de garantir “a better way to fly”A Skytrax é uma auditora independente, fundada em 1989, com o escritório central em Londres. As rigorosas auditorias que desenvolve são consensualmente reconhecidas pelo sector do transporte aéreo e os métodos de avaliação empregues são igualmente aprovados pelas transportadoras aéreas que integram o seu Programa de Qualidade Aérea.A sondagem anual da auditora britânica envolveu, na última edição, um total de 12.334,283 passageiros de 94 diferentes nacionalidades. Foi realizada ao longo de 11 meses, entre Junho de 2004 e Maio de 2005, e determinou os galardões que distinguem o serviço e os produtos da PGA. Trata-se da mais vasta auditoria mundial entre passageiros aéreos, pelo que as distinções daí resultantes são internacionalmente reconhecidas como chancelas de um serviço de elevada qualidade.

PGA voa entre Porto e Paris

A PGA acaba de inaugurar uma operação regular diária para Paris!Operada em Fokker 100, a rota entre o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e a capital francesa insere-se no alargamento do code-share PGA / Air France que entrará em vigor em Novembro. Assim, o código da Air France será incluído nos voos operados pela PGA de acordo com os seguintes horários (horas locais):NI 990 Porto 06.00 09.10 Paris (Charles de Gaulle)NI 991 Paris (Charles de Gaulle) 09.45 11.05 PortoDurante o Inverno, a Air France manterá as duas frequências Porto/Paris, mas a partir de Abril de 2006, a PGA passará a operar a totalidade dos voos entre as duas cidades. O lançamento desta operação inscreve-se no estreitamento da parceria entre a PGA e a Air France que inclui novas operações em code-share na Europa.PGA e AIR FRANCE em parceria desde 2001O Acordo entre a PGA e a Air France, existente desde 2001 e que tem sido progressivamente alargado, contempla a partilha de códigos de voo nas rotas de Lyon, Nice, Marselha e Toulouse à partida de Lisboa (voadas pela PGA), e de Paris e Bordéus à partida de Lisboa e Porto (operadas pela Air France).A partir do próximo dia 1 de Dezembro, o código da PGA será incluído nos voos da Air France à partida de Lyon, Paris e Bordéus para Brest, Lorient, Mulhouse, Metz-Nancy e Clermont-Ferrand no interior de França, e também com destino a 17 cidades, num total de 8 países: Düsseldorf, Estugarda, Hamburgo, Hannover, Munique e Nuremberga, Aberdeen, Birmingham, Edimburgo e Newcastle, Copenhague, Oslo, Estocolmo e Gotemburgo, Ljubljana, Atenas e Varsóvia. A Air France passará também a incluir o seu código nas rotas Porto/Lyon e Lisboa/Funchal, operadas pela PGA.No seguimento dos Acordos de code-share estabelecidos com a KLM e a Alitalia, o estreitamento da parceria entre a PGA e a Air France é mais um importante passo com vista à associação da PGA na Aliança Skyteam. É nesse sentido que têm decorrido as recentes conversações entre as duas transportadoras.

quarta-feira, novembro 16, 2005

Formação de Pessoal Navegante de Cabine para Lisboa e Porto

Os formandos que obtenham aproveitamento no curso serão integrados no quadro de admissões de Pessoal Navegante de Cabine da PGA.

ACESSO À FUNÇÃO: Os formandos que obtenham aproveitamento no curso serão integrados no quadro de admissões de Pessoal Navegante de Cabine da PGA.

REQUISITOS:
Boa Apresentação
Idade: 18 a 27 anos (inclusive)
Fluência obrigatória em Português, Inglês e uma terceira língua (Alemão, Francês, Italiano, Espanhol)
12º ano de escolaridade
Altura: 1.60m a 1.70m (F) e 1.65m a 1.75m (M)

CANDIDATURAS: Curriculum vitae, fotografia (corpo inteiro), fotocópia do BI e do certificado de habilitações.

A documentação deverá ser enviada até 25 de Novembro, para o seguinte endereço:
PGA - Portugália AirlinesDepartamento de Recursos Humanos

Aeroporto de Lisboa,Rua C, Edifício 701749-078 Lisboa
ou drh-pnc@pga.pt

Madeira recebe 102 voos charter por semana 60,8% oriundos do Reino Unido e Alemanha

Representando uma capacidade de 400.000 lugares a Madeira recebe 102 voos charter por semana, 60,8% oriundos do Reino Unido e Alemanha. Este Inverno, até “finais de Março” do próximo ano, a Madeira vai receber semanalmente 102 voos fretados por operadores turísticos (charters), com uma capacidade total superior a 400.000 lugares, dos quais 35 voos são oriundos do Reino Unido, 27 são da Alemanha e oito da Finlândia.
Em comunicado, a Região de Turismo da Madeira (RTM) especifica que do Reino Unido, principal mercado emissor dos charters para o arquipélago, são várias as cidades de onde estão programadas as partidas, nomeadamente de Londres e Manchester.
O maior número de voos da Alemanha tem, por seu lado, origem na cidade de Dusseldorf, à qual se seguem Munique, Estugarda e Francoforte, sublinha a RTM.
Além do Reino Unido, Alemanha e Finlândia, os restantes 32 voos são provenientes de “diversos países, nomeadamente Dinamarca, Suécia, Noruega, Hungria, Holanda, Áustria, República Checa, Luxemburgo, França e Bélgica”.
O comunicado acrescenta que o dia de maior movimento é a segunda-feira, com um total de 49 voos, a maior parte deles oriundos do Reino Unido, seguido das quintas-feiras, dia em que estão previstas chegadas de 20 “charters”, sobretudo da Alemanha.

Portugalia estima crescimento de 25% no número de passageiros transportados

Em 2006 Portugalia estima crescimento de 25% no número de passageiros transportados A PGA Portugalia Airlines estima um crescimento próximo dos 25% para cerca de 1,250 milhões de passageiros no próximo ano, perto de atingir o limite de capacidade de utilização dos seus 17 aviões, disse o presidente da companhia, João Ribeiro da Fonseca, avançando estar a ser estudada a renovação da frota com os novos aviões Embraer e que em 2006 as operações vão recentrar-se em Espanha, França e Itália.
Por ocasião da cerimónia organizada pela companhia em Lisboa para receber o prémio “Melhor Companhia Aérea Regional da Europa”, atribuído pela auditora Skytrax, Ribeiro da Fonseca disse aos jornalistas que no próximo ano a Portugalia deverá regressar aos números de tráfego de 2004, antes da rotura com a TAP que, se acordo com o executivo, representou uma perda de cerca de 150.000 passageiros.
“Nós recebíamos da TAP cerca de 180.000 passageiros e mandávamos para lá à volta de 110.000”, especificou o presidente da Portugalia, acrescentando que os 150.000 referidos decorrem do facto de existirem casos em que os passageiros num mesmo voo faziam uma das pernas com a Portugalia e a outra com a TAP.
A recuperação da perda que resultou do fim dos code-shares com a maior companhia nacional já se fez sentir este ano, adiantou Ribeiro da Fonseca, justificando o ganho através dos acordos de code-share agora existentes com a Air France, Alitalia e Spanair, salientando porém que os principais reflexos das novas parcerias só se fará sentir em 2006.
Contribuindo para a estimativa de crescimento do próximo ano estão também os novos voos na rota Porto-Paris, iniciados no final do mês de Outubro, em que a Portugalia vai progressivamente substituir a Air France. No Verão IATA, segundo Ribeiro da Fonseca, a transportadora do grupo Espírito Santo deverá chegar às quatro rotações diárias entre as duas cidades, uma operação que Ribeiro da Fonseca afirma ter um potencial de 200.000 passageiros por ano.
Para reforçar a importância do alargamento dos acordos de code-share com a Air France, o presidente da Portugalia disse que o mercado de França, responsável por cerca de 22% do tráfego da companhia, está a aproximar-se dos cerca de 25% que Espanha representa, constituindo assim os dois principais mercados depois de Portugal, que detém 40% do mercado total.
Por outro lado, a rota do Funchal, que a companhia começou a operar em Setembro, deverá representar para a contabilidade do tráfego, cerca de 70.000 passageiros por ano, referiu Ribeiro da Fonseca.

PGA recebe prémio de Melhor Companhia Aérea Regional Europeia

PGA recebe prémio de Melhor Companhia Aérea Regional Europeia
A Portugália Airlines (PGA) recebeu dia 10 de Novembro pelas mãos da Skytrax o prémio de Melhor Companhia Aérea Regional Europeia. Uma distinção que lhe é atribuída pelo 5.º ano consecutivo pela principal auditora internacional da qualidade do sector de aviação.
A esta categoria, a Portugália arrecada ainda o segundo lugar da Melhor Companhia Aérea, sendo o primeiro prémio atribuído à British Airways, e o prémio The Best Cabin Staff da Europa. Para o presidente da Portugália, João Ribeiro da Fonseca, este prémio leva-nos a ter uma responsabilidade acrescida, já que todos os anos temos de nos esforçar para melhorar cada vez mais o nosso serviço e a nossa qualidade?.
A sondagem da Skytrax envolveu um total de 12.334.283 passageiros, de 94 países diferentes, durante 11 meses, entre Junho de 2004 e Maio deste ano.
A qualidade do serviço a bordo, as refeições e a hospitalidade foram alguns dos atributos mencionados pelos passageiros, que acabaram por distinguir a Portugália pelo quinto ano consecutivo.